
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 11 de setembro a retomada do julgamento virtual que vai decidir sobre a validade das alterações feitas pelo Congresso para flexibilizar a Lei da Ficha Limpa. A norma impede a candidatura de políticos condenados nas eleições.
O julgamento do caso foi suspenso em junho deste ano por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que devolveu o processo para julgamento nesta sexta-feira (21).
Até o momento, o placar da votação está 2 votos a 0 contra as alterações. Os votos foram proferidos pela ministra Cármen Lúcia e Luiz Fux.
A Corte julgará uma ação protocolada pela Rede Sustentabilidade para derrubar a Lei Complementar 219 de 2025, que reduziu a contagem dos prazos de inelegibilidade. Entre as principais mudanças, a lei unificou em 12 anos o prazo máximo de inelegibilidade para políticos condenados em diversas ações por improbidade administrativa.
A lei também mudou o marco de contagem do prazo de inelegibilidade de oito anos para políticos condenados. Pelo texto aprovado pelo Congresso, os oito anos devem contar a partir da condenação, e não após o cumprimento da pena, como ocorre atualmente.
Se esses dispositivos forem validados pela Corte, a decisão pode liberar as candidaturas de José Roberto Arruda ao governo do Direito Federal, de Eduardo Cunha para o cargo de deputado federal por Minas Gerais e de Anthony Garotinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro.
Justiça Ministra rejeita ação que pedia transporte interestadual na eleição
Justiça Moraes determina bloqueio de até R$ 6 bilhões do advogado Willer Tomaz
Justiça Meta diz ao TSE que Exército do Lula não viola políticas da plataforma
Justiça Caso Ana Clara: ativistas protestam no TSE contra decisão de Mendonça
Justiça Ministro do TSE proíbe suspensão do canal Exército do Lula
Justiça Eleitores de Itaguaí, no Rio, votam domingo também para prefeito 
Mín. 21° Máx. 34°
Mín. 19° Máx. 29°
ChuvaMín. 18° Máx. 19°
Chuvas esparsas



